sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Semana de Mobilização Nacional de Medula Óssea é aberta em Cachoeirinha com cadastro de 100 novos possíveis doadores

Divulgação
Os cinco mililitros de sangue retirados em um tubo de ensaio podem fazer a diferença na vida de uma pessoa de qualquer lugar do mundo. Esse é o sentido da Semana Nacional de Medula Óssea, que ocorre anualmente de 14 a 21 de dezembro e foi instituída através da Lei Pietro e que já está em sua 9ª edição. O ônibus do Hemocentro do RS coletou 100 amostras durante a abertura da Semana realizada na tarde de segunda-feira (14), em frente ao Shopping do Vale, em Cachoeirinha.
A Lei Pietro é de autoria do então deputado federal Beto Albuquerque, do PSB que, em 14 de dezembro de 2007 recebeu o diagnóstico de leucemia em seu filho Pietro, então com 17 anos “Foram 1 ano e 4 meses de luta sem conseguirmos um doador. A dor de perder um filho é muito grande e por isso não podemos nos acomodar. Criamos a lei para incentivar que mais pessoas façam o cadastro que poderá salvar vidas”, afirma Beto.
O prefeito Miki Breier destacou a importância do gesto.
Cadastro é Mundial
O Hemocentro do RS é responsável por fazer o cadastro para fazer doação de medula óssea. Além da unidade móvel, que percorre o estado, coletando as amostras, a sede da unidade em Porto Alegre faz o cadastro de segunda a sexta-feira das 8h as 17h. Para se cadastrar é preciso apresentar um documento de identidade com foto. São retirados 5 mililitros de sangue que passam por uma análise genética. Os dados são salvos no registro nacional de medula óssea, REDOME, que é compartilhado com diversos países do mundo todo. Em caso de compatibilidade com alguém que precise de medula, o doador é chamado. “É preciso ter entre 18 e 55 anos e este cadastro é feito uma única vez na vida.O importante é que após estar no REDOME a pessoa mantenha seus dados atualizados porque caso seja um doador compatível, ela poderá ser localizada, explica Marilú Peck, responsável pela captação e coletas do Hemocentro.
O site do redome é www.redome.onca.gov.br
Com informações do Diário de Cachoeirinha

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Semana de Mobilização Nacional para Doação 
de Medula Óssea inicia nesta quinta-feira (14)


Aumentar o número de doadores de medula óssea cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Este é o objetivo da Lei Pietro, de autoria do ex-deputado federal Beto Albuquerque, que institui a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea. A Lei, sancionada no dia 22 de abril de 2009, prevê que anualmente de 14 a 21 de dezembro, sejam desenvolvidas atividades de esclarecimento e incentivo à doação de medula óssea. Atualmente, o Brasil registra anualmente cerca de 10 mil novos casos de leucemia, doença que na maioria das vezes somente pode ser vencida por meio de transplante.

Durante a semana, uma série de atividades serão desenvolvidas em todo o país com o objetivo de mobilizar e estimular cada vez mais a solidariedade dos brasileiros para esta causa. Ações, atividades e campanhas publicitárias devem envolver órgãos públicos, sindicatos, entidades privadas e voluntários a fim de informar e orientar sobre a facilidade de se fazer parte do cadastro de doadores e da importância da doação de medula óssea para salvar vidas.

Como será a campanha no Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, a abertura da semana acontece amanhã (14), em Cachoeirinha, no Shopping do Vale, onde a Unidade Móvel do Hemocentro estará cadastrando das 14h às 18h.

Na sexta-feira (15), às 15h, Beto Albuquerque estará em Passo Fundo para falara sobre a doação de medula óssea para jovens do CIEE. No dia 18 de dezembro, haverá cadastramento na Escola de Formação de Soldados da Brigada Militar em Porto Alegre, para formandos de Osório e Porto Alegre. Já no 19 de dezembro, às 10h, o autor da lei participa no Centro de Transplantes de Medula Óssea do Hospital de Clínicas de Porto Alegre da inauguração da máquina de aférese, que faz a captação da medula sem a necessidade do método tradicional de punção. O equipamento foi adquirido com emenda parlamentar destinada por Beto durante seu mandato de deputado federal.

As atividades encerram no dia 20, às 9h, em Guaíba, quando a Unidade Móvel do Hemocentro estará cadastrando soldados formandos de Guaíba e Montenegro.


sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Vai começar a 9ª Semana de Mobilização
 Nacional para Doação de Medula Óssea



Na próxima quinta-feira (14) acontece a abertura oficial da 9ª Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, que foi instituída em 2009 pela Lei 11.930, conhecida como Lei Pietro. O nome é uma homenagem ao filho do autor da Lei, o ex-deputado federal Beto Albuquerque (PSB). Pietro foi vítima de leucemia mieloide aguda e faleceu após 14 meses de luta contra a doença. Desde então, Beto abraçou a causa para aumentar o número de pessoas cadastradas como possíveis doadores de medula óssea no Brasil.

A campanha começa na próxima semana, mas há um mês Beto deu início a uma série de palestras pelo Estado para falar da luta ao lado do filho Pietro, sobre a simplicidade de se cadastrar como doador e sobre o procedimento que pode salvar uma vida. No dia 13 de novembro palestrou para 151 alunos soldados da Escola de Formação de Soldados da Brigada Militar em Porto Alegre. “Fui para levar conhecimento e reflexão sobre a doação e o transplante de medula óssea para que possam decidir se querem se cadastrar no próximo dia 18 de dezembro, quando o ônibus do hemocentro estará na escola”, explica.

Beto também conversou com cerca de 400 soldados formandos dos municípios de Montenegro, Osório e Guaíba. “O que ocorreu com o Pietro poderia ter virado apenas tristeza, mas eu transformei em luta. E nesses nove anos vimos muitas coisas boas acontecerem. O banco de doadores de medula óssea na época em que procurávamos alguém compatível tinha 750 mil brasileiros cadastrados. Hoje, temos mais de quatro milhões”, destaca Beto que palestrou para juventude da cidade de Cachoeirinha na manhã desta quinta-feira (07).

No Rio Grande do Sul a abertura da campanha, que vai até o dia 21 de dezembro, será em Cachoeirinha, no Shopping do Vale, onde a Unidade Móvel do Hemocentro estará cadastrando a partir das 14 horas.

Saiba mais

Este é o nono ano de realização da campanha e os resultados alcançados desde o seu lançamento são, para Beto Albuquerque, motivo de comemoração. O Brasil tornou-se o terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, atrás apenas dos registros dos Estados Unidos e da Alemanha.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), em 2016 o Brasil registou cerca de 10 mil novos casos de leucemia, doença que na maioria das vezes somente pode ser vencida com o transplante. Encontrar um doador com a compatibilidade genética necessária é o primeiro obstáculo à cura. De acordo com Beto Albuquerque, há casos em que são pesquisados até cem mil doadores para que seja encontrado um compatível. “Por isso, quanto maior o número de pessoas cadastradas, maiores as chances de que seja encontrada uma com a medula apropriada”, afirma.

A Leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos), de origem geralmente desconhecida, cuja principal característica é o acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. Depois de instalada, a doença progride rapidamente, exigindo que o tratamento seja iniciado logo após o diagnóstico, que inicialmente é feito por hemograma.

Para ser doador, basta procurar o hemocentro mais próximo, ter entre 18 e 55 anos e estar em bom estado de saúde. É necessário levar documento de identidade oficial com foto e preencher um formulário. No ato do cadastro, são coletados cinco mililitros de sangue para análise do código genético de compatibilidade, chamado de HLA (histocompatibilidade). O resultado do exame fica armazenado no Redome. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. Se a compatibilidade for confirmada, a pessoa será consultada para decidir sobre a doação.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017


[LEI PIETRO] Neste ano, o Rio Grande do Sul abre a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula, que ocorre de 14 a 21 de dezembro, em Cachoeirinha.  O ônibus do Hemocentro estará no estacionamento do Shopping do Vale, das 14h às 18h para cadastrar possíveis doadores. #Participe



REPORTAGEM PUBLICADA NO JORNAL DIÁRIO POPULAR DE PELOTAS -RS

Superação
A luta de Aísha contra a leucemia
Pelotense de 19 anos fará o transplante de medula e precisa de apoio da comunidade para conseguir vencer a doença


Aquela que vive. O significado corresponde ao nome Aísha e descreve bem a personalidade da jovem pelotense de 19 anos. Lutando contra a leucemia desde 2007, Aísha Schaun está prestes a enfrentar uma batalha decisiva: o transplante de medula óssea. Para isso, precisará largar toda a rotina mantida em Pelotas e partir para Brasília junto de seu pai, o fiel companheiro na briga contra a doença.

A leucemia surgiu quando Aísha tinha apenas nove anos. Na época, o câncer não assustou tanto. "Eu não tinha muita noção do que acontecia", revela. O tratamento foi feito através do Sistema Único de Saúde (SUS) no Hospital da Criança Conceição, em Porto Alegre. Entre internações e quimioterapias passaram-se três anos. "Comemoramos Natal, Ano-novo, aniversários e Dia da Criança no hospital", recorda José Luís Schan, pai da menina. Depois de seguir todos os passos do tratamento, Aísha voltou para casa creditando estar curada.

Um ano e meio depois, os sintomas da doença reapareceram e o diagnóstico também. A adolescente estava ingressando no primeiro ano do ensino médio. "Eu já estava com os cabelos compridos de novo. Tinha até esquecido da leucemia", recorda. O tratamento recomeçou , pai e filha deslocaram-se novamente à capital. mais três longos anos de quimioterapia e um de internação. por conta disso, Aísha precisou repetir o ano na escola. novamente, em 2015, os médicos disseram que ela estava livre da leucemia.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Cidade faz mutirão por menina com leucemia e 1,6 mil se cadastram como doadores

O mutirão era para ajudar Julia Abrame, que foi diagnosticada com leucemia linfoide aguda em abril de 2013 e, desde então, luta contra a doença

A busca por um doador de medula óssea compatível para uma menina de seis anos de Tatuí, no interior paulista, sensibilizou mais de 1,6 mil pessoas que dedicaram parte do último sábado para se cadastrar como possíveis doadores. O mutirão era para ajudar Julia Abrame, que foi diagnosticada com leucemia linfoide aguda em abril de 2013 e, desde então, luta contra a doença. Segundo a família, o tratamento com quimioterapia tem sido agressivo e debilitado a garota. O transplante traz a esperança de que Julia recupere a saúde e fique longe da rotina dos hospitais.

– Foram 1.639 pessoas que se cadastraram para doar. Esse cadastro vai ser analisado pelo Registro Nacional de Doadores de Medula óssea (Redome), que cruzará os dados. Não necessariamente vão encontrar alguém compatível com a Julia, mas já estou muito feliz porque a movimentação pode ajudar muitas pessoas – diz a dona de casa Adriana Cristina Abrame, de 37 anos, mãe da menina.

O diagnóstico de Julia chegou após 40 dias de espera. A garota tinha febre quase diariamente, dores nas pernas e, somente quando manchas roxas começaram a aparecer em sua pele, os médicos desconfiaram da doença.

– Saí da maternidade no sábado e, no domingo, descobri que ela tinha a doença. Minha outra filha estava com três dias – conta Adriana.
O mutirão de sábado foi organizado por uma amiga enfermeira. E outra mobilização já está sendo planejada.
– Só tenho a agradecer porque as pessoas fizeram tudo pela gente – diz a mãe da menina.

Fonte: Estadão

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Beto participa do 10 º Encontro do Registro de Doadores de
Medula Óssea e Bancos Públicos de Sangue de Cordão Umbilical


Autor da Lei Pietro (Lei nº11.930/2009), que instituiu a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, realizada anualmente entre os dias 14 e 21 de dezembro, o presidente do PSB/RS, Beto Albuquerque, participou do 10° Encontro do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea e Bancos Públicos de Sangue de Cordão Umbilical. O evento, realizado entre os dias 7 a 9 de junho no Rio de Janeiro, foi marcado por momentos emocionantes, com relatos e encontros entre doadores e receptores. 

O ex-deputado federal, Beto Albuquerque, falou da luta ao lado do filho Pietro para conseguir um doador compatível. Pietro, vítima de leucemia mielóide aguda, faleceu após 14 meses de luta contra a doença. “O que ocorreu com o Pietro poderia ter virado apenas tristeza, mas eu transformei em luta. E nesses oito anos vimos muitas coisas boas acontecerem. O banco de doadores de medula óssea na época em que procurávamos alguém compatível tinha 750 mil brasileiros cadastrados. Hoje, temos mais de quatro milhões”, destacou Beto.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

REDOME é o vencedor do prêmio internacional
Grand Prize WMDD 2016



O REDOME é o vencedor do Grand Prize, referente à campanha do World Marrow Donor Day 2016 (WMDD) – Dia Mundial do Doador de Medula Óssea. O prêmio foi concedido pela World Marrow Donor Association (WMDA), em seu Encontro de Primavera, em Marselha, na França, no dia 25 de março. O coordenador do REDOME, Luis Fernando Bouzas, participou da cerimônia de premiação e fez uma apresentação sobre a campanha brasileira.

O WMDD foi celebrado pela primeira vez em 2015 e acontece sempre no terceiro sábado de setembro. A data foi criada com o objetivo de incentivar os registros de doadores de medula, de todo o mundo, a elaborarem ações de conscientização sobre a doação. No último ano, o WMDD teve como tema a cooperação internacional entre os registros e lançou a hashtag #thankyoudonor para as publicações em redes sociais.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Brasil tem 4 milhões de doadores de medula óssea, mas é preciso mais

Número ainda é pequeno diante da variedade genética dos brasileiros.
E muitos doadores mudam de endereço e não atualizam contatos.










Quatro milhões de brasileiros estão inscritos no cadastro nacional de doadores de medula óssea. O número parece grande, mas não é por causa da variedade genética dos mais do povo brasileiro. É preciso ter muito mais gente. E esse não é o único problema para quem está na fila do transplante.  
Mateus tem a alegria e as vontades de uma criança esperta de 5 anos.
“Se eu sarar vou poder ir pra escola e eu amo minha escola”.
E para realizar seus sonhos precisa chegar aquele que será “o dia”.
“O dia de trocar minha medula... Chegou o dia...”, diz Mateus.

O transplante é a chance de se livrar de uma leucemia linfoide aguda que foi tratada, mas voltou. A espera agora é por um doador compatível.
“Ele faz exame de sangue, está tão acostumado que ele já estica o braço, então a gente vê que é uma doação que ele está fazendo para ele ficar bem, mas dói demais”, conta Carla Valezini, mãe de Mateus.
Encontrar um doador compatível é um grande desafio, mas não é o único. O Brasil precisa de doadores que contemplem a nossa mistura de raças, a nossa diversidade genética. Precisa também de um sistema de atualização constante dos dados desses doadores. E de verba para leitos e equipes de transplantes.
O apelo nas redes sociais foi o jeito que Lucinete encontrou para conseguir o transplante para a mãe.
“Quanto vale uma vida, gente? É uma vida”.

Dona Ana enfrentou erro de diagnóstico, o agravamento da leucemia mieloide crônica e a falta de centro de transplantes no Pará. Quando achou o doador de medula em São Paulo, o plano de saúde não quis bancar o procedimento.
“A gente teve que ingressar com uma medida judicial e a medida não foi cumprida e o tempo estava esgotando, então o que aconteceu? Só com muita pressão social nós conseguimos um acordo judicial junto aos planos de saúde e conseguimos liberar o hospital onde ela fez o transplante”, contou Lucinete Duarte, filha de Ana Lúcia.

“O nosso apelo é que o Ministério da Saúde olhe com cuidado a questão do transplante de medula óssea e de fato consiga estabelecer um programa que tenha bons resultados para o paciente”, disse a presidente da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, Merula Steagall.
O Brasil tem mais de quatro milhões de doadores de medula cadastrados. Hoje necessita principalmente de doadores que não sejam da raça branca e precisa muito que os doadores não desapareçam.
“É muito fácil a gente se cadastrar, basta colher um exame de sangue, é simples. Mas, na hora que a gente precisa, pelo menos 40% desses doadores que se cadastraram mudaram de endereço, mudaram de telefone, e a gente não consegue mais encontrar”, explica a hematologista.
O Carlos era um dos sumidos, mas soube da importância do recadastramento. Entrou no site do Redome, atualizou os dados e logo veio a surpresa.
“Me ligaram para fazer a confirmação de exame, que parece tem alguém já compatível, se Deus quiser vai dar tudo certo”, disse Carlos Alberto Ferreira.
Os mais de mil pacientes que esperam estão na mesma torcida.
Em relação ao atendimento na rede pública, o  MInistério da Saúde informou que está em andamento um projeto para melhorar a distribuição de leitos aos pacientes que já possuem doador identificado.
Fonte: Jornal Nacional

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Doador de menina com câncer que foi 'repórter por um dia' está indisponível

Lara Lang soube de medula compatível, mas procedimento não foi possível.
Mãe diz crer que doador desistiu: 'de repente, o milagre não existe mais'.


27
'Não vamos desistir', garante a mãe de Lara (Foto: Giuliano Gomes/ PR PRESS)

A pessoa encontrada para doar medula óssea à adolescente Lara Cristina Lang, de 12 anos, em tratamento contra um câncer há nove, no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, está "indisponível", de acordo com o Hospital de Clínicas (HC).
O HC não informou detalhes e disse que o sistema utilizado para o cadastro dos doadores não permite acesso às razões da indisponilidade, que podem ir de morte a desistência, por exemplo.
A mãe de Lara, Divone Alves Domingos, conta que, quando avisaram sobre a descoberta, os médicos foram claros ao dizer que o doador existia e já havia concordado com o procedimento - que, inclusive, já tinha data marcada para ocorrer.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Noiva que sobreviveu à leucemia dança valsa 
com doador que salvou sua vida



Sabe aquela máxima “fazer bem sem ver a quem”? Foi exatamente o que aconteceu nessa história repleta de superação, generosidade e um final lindo.

Aos 16 anos, Greta Hokanson lutava contra uma leucemia, quando Danny Daniels, um desconhecido que entrou em sua vida. Sem fazer ideia, o gesto desse homem em doar sua medula salvou a vida da jovem.

“Antes de conhecê-lo, ele era o homem incrível que me doou sua medula óssea sem que soubesse nada sobre mim“, disse ela, que conheceu Daniels dois anos após o procedimento.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea tem atividades de destaque


Foto: Fernando Muller
Três atividades foram destaque na 8ª Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, que ocorre anualmente de 14 a 21 de dezembro, conforme a lei 11.930, conhecida como Lei Pietro. No dia 14, o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF) realizou solenidade, marcando a abertura da semana, na Unidade de Transplante de Medula Óssea (TMO) Pietro Albuquerque, em Brasília. Conforme o hematologista responsável pela unidade de TMO do ICDF, Gustavo Bettarello, a ideia da ação foi homenagear pessoas que prestam relevantes serviços ao setor de transplante de medula. O ato também contou com a presença de pacientes transplantados, da equipe de transplante do hospital e de instituições parceiras, como o Hemocentro DF.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

HSVP confirma projeto de implantação 
da Unidade de Transplante de Medula Óssea



Durante a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, mais um passo importante foi dado para atender a demanda de pacientes com indicação para o transplante de medula óssea (TMO) no Sul do país. O Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) de Passo Fundo realizou, na terça-feira (20), o lançamento do projeto para implantação da Unidade de Transplante de Medula Óssea. Apoiando a iniciativa, estiveram presentes o presidente do PSB/RS, Beto Albuquerque, o prefeito reeleito de Passo Fundo, Luciano Azevedo (PSB), além do secretário de Saúde do Rio Grande do Sul, João Gabbardo. O projeto foi apresentado pela hematologista Moema Nenê dos Santos e pelo oncologista Pablo Santiago. Todas as autoridades presentes se comprometeram a auxiliar e desenvolver o projeto.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Começa a 8ª Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea


Foto: Divulgação
Para celebrar a abertura da 8ª Semana Nacional de Mobilização para Doação de Medula Óssea, realizada no período de 14 a 21 de dezembro, o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal – ICDF – realizou nesta quarta-feira (14) solenidade na Unidade de Transplante de Medula Óssea Pietro Albuquerque, em Brasília. A ideia da ação foi a de homenagear pessoas que prestam relevantes serviços ao setor de transplante de medula do ICDF.

A solenidade contou com a presença do autor da Lei nº 11.930/09 que instituiu a campanha, ex-deputado federal Beto Albuquerque. A Lei ficou conhecida como Lei Pietro, em homenagem ao filho do ex- parlamentar gaúcho. Pietro foi vítima de leucemia mieloide aguda e faleceu após 14 meses de luta contra a doença. O ato também contou com a presença de pacientes transplantados, da equipe de transplante do hospital e de instituições parceiras, como o Hemocentro DF.

ICDF comemora Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea



Para celebrar a Semana Nacional de Mobilização para Doação de Medula Óssea, comemorada no período de 14 a 21 de dezembro, o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal – ICDF – realizou nesta quarta-feira solenidade na Unidade de Transplante de Medula Óssea Pietro Albuquerque. A ideia da ação foi a de homenagear pessoas que prestam relevantes serviços ao setor de transplante de medula do ICDF.
 
A solenidade contou com a presença de pacientes transplantados, da equipe de transplante do hospital e de instituições parceiras, como o Hemocentro DF e o ex-deputado federal Beto Albuquerque. Até agora, o ICDF promoveu 162 transplantes de medula óssea, sendo que desse total foram 123 autólogos; 28 aparentados; e 11 não aparentados. A instituição já superou a meta anual, que era de 150 transplantes de medula.
Semana de Mobilização Nacional 
para Doação de Medula



De 14 a 21 de dezembro, estaremos na Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, instituida pela Lei nº 11.930, de 22 de abril de 2009. Também conhecida como “Lei Pietro”, esta lei tem como objetivo promover o esclarecimento e a conscientização sobre a doação e o transplante de medula.

O REDOME, junto aos hemocentros, irão aproveitar a Semana para conscientizar o doador cadastrado de que é preciso lembrar de informar sobre qualquer alteração do dado fornecido no momento do cadastro (telefone, endereço, e-mail etc).

O Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF) também realizou uma ação hoje, em Brasília, com a participação do autor da lei, Beto Albuquerque. Foi realizada uma cerimônia na Unidade de Transplante Pietro de Albuquerque para homenagear pacientes transplantados, doadores e a equipe de transplante do hospital. Tanto a lei, quanto a unidade de transplante, foram nomeadas para homenagear o filho de Beto Albuquerque, que faleceu de leucemia em 2009.                      

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016



Hoje iniciamos mais uma Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea. A campanha foi instituída pela Lei nº 11.930/09, que ficou conhecida como Lei Pietro, em homenagem ao meu filho. Pietro foi vítima de leucemia mieloide aguda e faleceu após 14 meses de luta contra a doença. Este é o oitavo ano de realização da campanha e os resultados alcançados desde o seu lançamento são motivo de comemoração. O Brasil tornou-se o terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, atrás apenas dos registros dos Estados Unidos e da Alemanha.

Em 2009, quando a Lei Pietro foi instituída, o Rio Grande do Sul tinha 45 mil doadores de medula cadastrados e hoje conta com mais de 300 mil. No Brasil já somos 4 milhões de doadores. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), neste ano o Brasil irá registrar 10.070 novos casos de leucemia, doença que na maioria das vezes somente pode ser vencida com o transplante. Encontrar um doador com a compatibilidade genética necessária é o primeiro obstáculo à cura. Por isso, quanto maior o número de pessoas cadastradas, maiores as chances de que seja encontrada uma com a medula apropriada.

SE VOCÊ AINDA NÃO É DOADOR, CADASTRE-SE! SE JÁ É, MANTENHA SEU CADASTRO ATUALIZADO NO SITE DO REDOME http://redome.inca.gov.br/doador-atualize-seu-cadastro/

Para ser doador, basta procurar o hemocentro mais próximo, ter entre 18 e 55 anos e estar em bom estado de saúde. É necessário levar documento de identidade oficial com foto e preencher um formulário. No ato do cadastro, são coletados cinco mililitros de sangue para análise do código genético de compatibilidade, chamado de HLA (histocompatibilidade). O resultado do exame fica armazenado no Redome. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. Se a compatibilidade for confirmada, a pessoa será consultada para decidir sobre a doação.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016




Fizemos o primeiro transplante pediátrico de Medula Óssea na Unidade Pietro Albuquerque no ICDF dia 28/10. O Matheus,11 anos, foi o felizardo da solidariedade de um doador Mineiro naquele dia, conforme vc pode ver na foto.
Hoje, na outra foto, Matheus celebrou seu segundo aniversário!
Viemos comemorar a PEGA da Medula!
É a nova vida que começa!
Quanta alegria e emoção pude sentir com ele, a Mãe e toda equipe do ICDF neste momento histórico!
Obrigado Pietro por mais uma Vitoria!
Parabéns ao Instituto de Cardiologia do DF,ICDF, que assumiu 2 anos atrás o desafio de fazer Transplantes de Medula! Mais de 100 já foram feitos!
Parabéns ao Dr Joao Gabbardo, hoje nosso Secretario Estadual de Saude do RS, que idealizou e empreendeu o projeto da Unidade Pietro.
Parabéns Dra Nubia Vieira e Dr Bettarello que conduzem as realizações com a equipe de TMO com competência, dedicação e paixão pela vida!
Agora, entramos definitivamente nos transplantes pediátricos. E aí o Dr Cadu está na linha de frente, com amor e dedicação, conquistando a primeira de muitas vitórias.
Parabéns Dr. Cadu!
Há! Vejam, ja temos mais uma criança internada na Unidade para fazer seu transplante nas próximas horas.

Parabéns a todos!

#SejaDoadorDeMedula
#AjudeaSalvarVidas
Morador do interior do RS doa medula óssea a paciente de Istambul

Doador estava cadastrado no banco nacional, que é ligado ao internacional.
Hospital de Santa Maria é o único a fazer o procedimento no interior do RS.

Do G1 RS
Pela primeira vez, o Hospital Universitário de Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, realizou uma coleta de medula óssea que será doada a uma paciente de Istambul, na Turquia. O HUSM é o único no interior do estado que faz esse tipo de procedimento.
Desde 1990, transplantes eram realizados apenas entre parentes. Nos últimos anos, mais de dez doadores anônimos também ajudaram pacientes de outros hospitais do país. O anvio do material ao exterior é considerado um avanço. Mais de 300 pacientes com câncer já foram salvos graças a transplantes pelo HUSM.
Hospital de Santa Maria faz coleta de medula que será doada a paciente na Turquia (Foto: Reprodução/RBS TV)Hospital do RS faz coleta de medula que será doada
a paciente na Turquia (Foto: Reprodução/RBS TV)
O doador é um homem com menos de 30 anos, morador da serra gaúcha, que se cadastrou no banco nacional. Ele não pode ser identificado porque a legislação não permite. Como o banco brasileiro está ligado ao internacional, em fevereiro ele recebeu um telefonema informando que havia sido achado um paciente compatível com a medula dele. Em abril, fez os exames e, nesta quinta-feira (12), passou pelo procedimento, que durou uma hora e meia.
A medula óssea, que são células capazes de produzir novas células sanguíneas, foi extraída com uma espécie de seringa dos ossos do quadril. Na sexta-feira (13), a paciente de Istambul, que é uma criança, poderá receber a doação.
"No momento em que ela vai fazer a doação, ela está doando vida para alguém. É uma relação, talvez a mais altruísta que existe. Tu decide que tu vai ser responsável de salvar a vida de quem não conhece, em qualquer parte do mundo", destaca o médico do Centro de Transplante de Medula Óssea do HUSM Cristian Dias Barbosa.
O doador vai ficar em observação no hospital até sexta, por precaução, por causa da anestesia. Depois, vai poder voltar à vida normal, sabendo que as características sanguíneas dele puderam salvar a vida de uma criança.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016



Ontem à noite,a Unidade de Transplante de Medula Óssea Pietro Albuquerque, no Instituto de Cardiologia do DF, ICDF, realizou o primeiro transplante Infantil! Mateus, de Goiás, 11 anos, recebeu nova medula!

Cumprimentos ao Dr Bettarello a toda sua equipe. Cumprimentos a Dra Nubia Vieira Superintendente do ICDF. E um especial agradecimento ao doador e a sua família! Muita Luz meu filho Pietro! Seguimos salvando vidas!


terça-feira, 25 de outubro de 2016

Davi, bebê diagnosticado com leucemia, consegue 4 doadores compatíveis de medula óssea

Renilson Eurich, Jociele Sandra e o Davi
Renilson Eurich, Jociele Sandra e o Davi
Na quarta-feira, 19 de outubro, a família de Davi, bebê diagnosticado com leucemia, recebeu a notícia de que a doença entrou em remissão e que apareceram 4 doadores compatíveis de medula óssea.  A equipe médica que atende o pequeno Davi, no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba, prepara o procedimento para a realização do transplante de medula óssea. A expectativa é que todo o procedimento esteja concluído até a primeira quinzena de novembro.

A tia de Davi, Fernanda Rudek, uma das administradoras da página do Facebook – Todos pelo Davi, disse que foram encontrados 4 doadores compatíveis – 3 cordões umbilicais. Ela comentou que a medula compatível é de um doador brasileiro e é 100%, e os cordões são de banco internacional e um deles é 100%. Fernanda Rudek disse que o transplante será por um cordão umbilical, porque estudos mostraram ser a opção mais certa para o tratamento específico de Davi.

De acordo com Fernanda Rudek, Davi recebeu alta no dia 18 de outubro e aguarda na casa que a família alugou, em Curitiba. Ela ressaltou que Davi retorna ao Hospital Nossa Senhora das Graças, na terça-feira, 25 de outubro, para iniciar outra fase de preparo para o transplante. 

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Beto Albuquerque apoia instalação de Centro de Transplante de Medula Óssea em Passo Fundo




Integrantes da direção do Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), de Passo Fundo, apresentaram o projeto para a construção do Centro de Transplante de Medula Óssea ao presidente do PSB/RS, Beto Albuquerque, na manhã desta segunda-feira (24/10), em Porto Alegre. O HSVP atende cerca de 400 municípios dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, o que corresponde a mais de dois milhões de habitantes. “Identificamos no Beto Albuquerque uma das pessoas que mais entende deste tema no Brasil, além de confiarmos na sua capacidade e honestidade política”, destacou o superintendente médico e acadêmico do HSVP e diretor do Instituto do Câncer do hospital, Alberto Kaemmerer.

Autor da Lei Pietro, em vigor desde 2009, que criou a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, Beto reiterou o apoio prestado no mês de junho para ajudar na interlocução junto ao Ministério da Saúde e a Secretaria Estadual da Saúde. “Sou um parceiro incondicional e seguirei à disposição para ajudar na instalação dessa unidade que ajudará a salvar muitas vidas por meio da doação de medula óssea”, disse, adiantando que se reunirá nos próximos dias com o secretário estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis, para tratar da demanda.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

No Dia Nacional da Doação de Órgãos, Beto Albuquerque participa de homenagem no RS


O presidente do PSB/RS e vice-presidente nacional da sigla, Beto Albuquerque, participou de comemoração alusiva ao Dia Nacional da Doação de Órgãos, promovida pelo governo do Estado, na terça-feira (27/09), através da Secretaria da Saúde (SES). A cerimônia ocorreu no Palácio Piratini e homenageou instituições e profissionais que colaboram com a logística do transporte de órgãos, auxiliando no êxito da operação. “A solidariedade só existe acompanhada da prática. Precisamos sempre pautar nossa vida, nosso cotidiano desta forma. Saúdo às famílias que autorizam a doação e ao poder público que articula a relação com os hospitais”, disse o socialista, autor da Lei Pietro, em vigor desde 2009, que criou a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, realizada em todo o país anualmente entre os dias 14 e 21 de dezembro. “Seja doador de órgãos e medula e manifeste sua vontade à família”, completou.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Beto Albuquerque comemora os 764 transplantes feitos pelo Instituto de Cardiologia do DF


O vice-presidente de Relações Governamentais do PSB, Beto Albuquerque, participou nesta sexta-feira (23) do ato Celebrando a Vida, na Esplanada dos Ministérios, em comemoração aos 764 transplantes realizados pelo Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF), desde o início de sua atuação em 2009, e para destacar a importância da doação de órgãos no Brasil. O evento foi realizado pela instituição em parceria com o Ministério da Saúde e estiveram presentes pacientes transplantados e seus familiares, profissionais do hospital e autoridades que também prestigiaram a banda militar Dragões da Independência.
A menos de três meses para o final deste ano, o ICDF realizou mais transplantes de órgãos do que em todo o ano passado. Até o momento, foram feitos 211 procedimentos em adultos e crianças superando o número de 2015 inteiro – 210 procedimentos. A instituição chegou a ser a primeira colocada no ranking nacional de transplantes nos três primeiros meses de 2016. A meta é a realização de 800 transplantes até o final deste ano.
Para Beto Albuquerque, se declarar para a família como um doador de órgãos é uma atitude nobre. “Ser um doador de órgãos ou se cadastrar para ser um possível doador de medula óssea é um ato de solidariedade na prática. Se a pessoa quiser ser doadora de órgãos, antes que aconteça alguma fatalidade e sua vida seja tirada, comunique seus familiares. Não precisa assinar documento nem registrar em lugar nenhum. Basta aproveitar aquele almoço em família e dizer ’se acontecer algo comigo, doem meus órgãos pra que eles deem vida a outras pessoas’”.
O socialista lembra ainda que é preciso que ocorra morte encefálica para que seja autorizado pelos familiares o transplante de órgãos. “De todas as mortes que ocorrem no país, apenas 1% se encaixam nesse quesito. Por exemplo, no Rio Grande do Sul morrem 80 mil pessoas por ano por várias razões, mas só 800 pessoas têm morte encefálica e, às vezes, as famílias não permitem a doação. Então, não se pode perder esses poucos doadores que surgem”, reforça.
O Brasil é o segundo país que mais transplanta órgãos publicamente em todo o mundo e fica atrás apenas dos Estados Unidos. O ICDF é o único hospital multitransplantador da Região Centro-Oeste e referência nacional em cardiologia de alta complexidade. Além disso, atende pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), de convênios e particulares. “O SUS, no que diz respeito a isso, é o melhor instrumento de financiamento de transplantes do mundo. Aqui no Brasil, 95% dos transplantes de toda natureza são pagos pelo SUS”, destaca Albuquerque.
Beto é padrinho do instituto e explica que inciou sua luta nessa causa após a morte de seu filho Pietro, vítima de leucemia mielóide aguda. Em homenagem a Pietro, foi inaugurada uma unidade do ICDF com o nome dele em 2014, resultado de um projeto do ex-superintendente da instituição, João Gabbardo, que trabalhou junto ao poder público e à equipe médica do hospital para sua construção. Em dois anos de existência, a Unidade Pietro Albuquerque já realizou mais de 130 transplantes de medula óssea e é considerada uma das maiores e mais modernas do Brasil.
“Desde a morte do Pietro, em 2009, isso passou a ser uma agenda prioritária pra mim porque eu não queria que outros pais passassem pelo mesmo que eu. Então passei a me envolver com o assunto em todos os estados”, afirma. Segundo o socialista, o número de brasileiros cadastrados no banco de doadores subiu de 750 mil, em 2009, para mais de 4 milhões atualmente; o banco de medula brasileiro já está interligado ao americano e ao europeu – somando mais de 27 milhões de cadastros de doadores; foram criados, junto com o Ministério da Saúde, dez centros públicos de banco de sangue do cordão umbilical, uma das formas de transplante de medula.
Números
O órgão mais transplantado pelo ICDF, no acumulado dos anos, foi o fígado (238 procedimentos); seguido do coração (151); medula óssea (140) – autólogo, quando são utilizadas as próprias células tronco do paciente, e alogênicos aparentado e não aparentado, quando são utilizadas células tronco de doador compatível; rim (126); córnea (108); e pulmão (2).
O Distrito Federal segue aumentando a quantidade de procedimentos. Alguns fatores como a conscientização das famílias sobre a doação de órgãos e a edição do decreto 8.783, que disponibilizou aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) para o transporte de órgãos, tecidos e partes do corpo humano em todo o país, foram essenciais para esse crescimento.
Como doar medula óssea
Para doar é preciso ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde (não ter doença infecciosa ou incapacitante). Em seguida, procure o Hemocentro do seu estado e se cadastre como doador voluntário. É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos hemocentros nos estados.